Chefia masculina

No universo da administração pública federal, 64,7% dos cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS), ou cargos de chefia comissionados, são ocupados por homens e apenas 35,3% por mulheres.

No universo da administração pública federal, 64,7% dos cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS), ou cargos de chefia comissionados, são ocupados por homens e apenas 35,3% por mulheres.

É o que revela pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), elaborada pela economista Tânia Fontenele Mourão. Há três hipóteses levantadas pela economista para explicar o fenômeno que reduz drasticamente o número de mulheres em cargos de chefia: “Em geral, homens convidam homens para cargos estratégicos e políticos.

As mulheres também não querem abrir mão de ter mais qualidade de vida, além de não terem estímulo organizacional para que alcancem as lideranças”, comenta a pesquisadora.

Outra análise revela que na hora de preencher as vagas abertas em concursos para o funcionalismo público federal, homens e mulheres praticamente empatam. Há certo equilíbrio na admissão para o quadro permanente dos funcionários federais: mulheres representam 44% das vagas, e homens, 56%.

Produzida a partir de informações da revista Primeiro Plano