Mulheres usam suas casas como local de trabalho
Usar a própria casa como local de trabalho é uma opção para muitas mulheres que precisam ter horários flexíveis ou que desejam reduzir custos. Uma delas é a contadora Debora Melara, que tem 80 clientes. Para fugir do aluguel construiu um espaço em sua casa e obteve várias vantagens.
Durante 13 anos, a artista plástica Wall Veloso pintou quadros pela manhã em casa. À tarde e à noite trabalhava fora. "Era uma loucura, uma doideira, trabalhava quase 24 horas por dia", conta ela. O trabalho fora de casa recompensava: "era divino, maravilhoso e ganhava bem. Mas eu também queria curtir meus três filhos, meu marido, sonhava ter um cachorro e, depois, a minha neta”.
"Meu marido levava uma vida de solteiro. Ia a coquetéis e jantares sozinho. Resolvi parar de trabalhar fora e me dedicar a pintura. Faço 40 a 45 quadros por ano. Meus ganhos financeiros diminuíram, mas estou com a vida particular em dia. Avalio que compensou o que fiz", diz Wall. A artista conta que não sentiu falta do trabalho fora de casa. Agora faz academia todos os dias, namora o marido, conseguiu uma cachorra e curte a neta e os filhos.
Usar a própria casa como local de trabalho é uma opção para muitas mulheres que precisam ter horários flexíveis ou que desejam reduzir custos. Uma delas é a contadora Debora Melara, que tem 80 clientes. Para fugir do aluguel construiu um espaço em sua casa e obteve várias vantagens.
Agora fica com o filho pela manhã e à tarde ele vai para a escola. "Meu filho ficou mais confiante e quando o trabalho está meio parado posso assistir televisão ou cuidar de alguma coisa pessoal", declara. O único incômodo é quando aparece alguém fora do horário. Interessante é que normalmente não são os clientes que tenho. Geralmente são pessoas que precisam de algum serviço", ressalta
Já Miquelina Coelho sempre foi vendedora. Primeiro de cosméticos, alumínio e agora de roupas. Miquelina casou aos 15 anos e começou a trabalhar fora quando o primeiro filho completou três anos. Quando veio o segundo filho precisou deixar o trabalho porque sua mãe não agüentava ficar com duas crianças.
Para auxiliar no orçamento doméstico, passou a vender roupas. "Vendo as roupas que gosto e hoje o trabalho me equilibra", informa.
"Meu marido levava uma vida de solteiro. Ia a coquetéis e jantares sozinho. Resolvi parar de trabalhar fora e me dedicar a pintura. Faço 40 a 45 quadros por ano. Meus ganhos financeiros diminuíram, mas estou com a vida particular em dia. Avalio que compensou o que fiz", diz Wall. A artista conta que não sentiu falta do trabalho fora de casa. Agora faz academia todos os dias, namora o marido, conseguiu uma cachorra e curte a neta e os filhos.
Usar a própria casa como local de trabalho é uma opção para muitas mulheres que precisam ter horários flexíveis ou que desejam reduzir custos. Uma delas é a contadora Debora Melara, que tem 80 clientes. Para fugir do aluguel construiu um espaço em sua casa e obteve várias vantagens.
Agora fica com o filho pela manhã e à tarde ele vai para a escola. "Meu filho ficou mais confiante e quando o trabalho está meio parado posso assistir televisão ou cuidar de alguma coisa pessoal", declara. O único incômodo é quando aparece alguém fora do horário. Interessante é que normalmente não são os clientes que tenho. Geralmente são pessoas que precisam de algum serviço", ressalta
Já Miquelina Coelho sempre foi vendedora. Primeiro de cosméticos, alumínio e agora de roupas. Miquelina casou aos 15 anos e começou a trabalhar fora quando o primeiro filho completou três anos. Quando veio o segundo filho precisou deixar o trabalho porque sua mãe não agüentava ficar com duas crianças.
Para auxiliar no orçamento doméstico, passou a vender roupas. "Vendo as roupas que gosto e hoje o trabalho me equilibra", informa.







