Alunas acusam professor de assédio no Paranoá

Oito estudantes acusam o professor de assediá-las. Secretaria de Educação também abriu processo administrativo disciplinar para apurar o caso
 
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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga acusações de assédio sexual contra um professor de ensino fundamental e noturno do Paranoá. Oito alunas da escola pública contam que foram assediadas pelo docente. 
 
Encarregada pelo caso, a 6ª Delegacia de Polícia (DP) já colheu o depoimento de quatro das estudantes e de uma coordenadora do colégio. As alunas ouvidas são adolescentes entre 16 e 17 anos e estudam à noite. Já o professor pertence à rede de ensino e, segundo a Polícia Civil, tem cerca de 21 anos de serviço.
 
As alunas dizem que o professor as tocava, dizia palavras e fazia gestos impróprios e pedia fotos delas nas redes sociais. Uma das alunas relatou à polícia que o professor fez gestos com as mãos insinuando um órgão genital feminino durante a aula. Outra estudante declarou que ele pediu fotos dela pelo Facebook.
 
"A situação de assédio é muito grave, até pela situação hierárquica que existe entre professor e aluno. Isso pode levar a um constrangimento maior entre as adolescentes", avalia a delegada da 6ªDP, Jane Klébia.

 

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